sábado, 19 de março de 2011

SeaOrbiter - Navio de exploração Maritima

Um arquiteto francês apresentou publicamente o protótipo do que deve ser o primeiro navio vertical futurista do mundo e que deve possibilitar ao homem uma nova maneira de explorar o fundo do mar. Jacques Rougerie, de 64 anos, diz que sua invenção, uma estação oceanográfica batizada de SeaOrbiter, será realidade "em um futuro próximo".





Segundo o projeto de Rougerie, a estação terá 51 metros de altura e contará com uma parte submersa e outra para fora da água. Equipamentos de navegação e comunicação ficarão acima da superfície, juntamente com uma plataforma de observação.





Os cientistas viverão debaixo d'água e haverá uma plataforma pressurizada de onde mergulhadores poderão partir em missão.
O sistema anti-colisão da estrutura é baseado no que é atualmente utilizado na Estação Espacial Internacional. As chances de o SeaOrbiter ser realmente construído são de 90%. Os meios de propolsão utilizados no navio, são todas as energias ecologicas conhecidas Sol, vento e ondas do mar.

domingo, 8 de agosto de 2010

O Valor da Floresta Portuguesa e o seu futuro

È completamente pertinente hoje no dia das florestas e árvore; abordar o tema da floresta portuguesa. Em Portugal é o terceiro país da Europa em dimensão de floresta e igual, já no aproveitamento que faz da mesma está muito aquém, a este facto deve-se o sucessivo abandono que se tem vindo a verificar no sector. Os motivos são de varia ordem: Falta de estratégia dos sucessivos governos, abandono do interior, fogos, e os minifúndios.

Quanto vale a floresta Portuguesa?

O território de floresta em Portugal é aproximadamente de 3 milhões de hectares, (sendo que 90% são privadas, sendo o restante do estado e resto baldios), o seu valor são de 16 triliões de euros; nos quais se incluem o próprio ecossistema, os serviços,
As industrias a ela directamente afectos. Temos então uma riqueza subaproveitada, que tem sido ignorada pelo poder políticos e as populações cada vez mais de costas para a mesma. Não obstante, apesar de nos últimos anos se ter evoluído algo neste sector, na minha óptica estamos muito longe de aproveitar o potencial das nossas florestas.
Mesma a criação de ZIF- zonas e intervenção florestal, nada tem protegido a floresta, verificando-se nestas curiosamente, serem as zonas onde se verificam mais fogos. A Invasão de espécies exóticas, como eucalipto muito tem destruído as características da floresta portuguesa, bem como desgastando os solos. Os desincentivos do abandono de certas culturas, da oliveira, sobreiro, castanheiro e outros muito têm contribuído para este revés.
A principal desvalorização da floresta Portuguesa é os ciclos de fogos que a assolam, á razão de 1 milhão de hectares perdidos na última década.
Outro factor destrutoramente da floresta Portuguesa no que respeita ás dimensões, ou seja
A cada vez mais subdivisão das parcelas pela sucessão familiar dos terrenos. Este factor, faz com que na sua maioria seja incomportável e não rentável, a gestão de minifúndios de floresta.

O futuro da Floresta portuguesa, passará por aproximar mais as populações da floresta, criando incentivos, à sua rentabilização, com programas concretos a 10 anos. (povoamento do interior, criação de emprego):

Criação do cadastramento de todas as parcelas de floresta (censos da floresta).
Incentivo às cooperativas de florestas para melhor exploração
Melhor aproveitamento da biomassa, material lenhoso
Melhor prevenção aos fogos no período de inverno
Melhor responsabilidade das populações quanto à manutenção das florestas e no combate à propagação de fogos.
Melhores políticas e meios de combate, com envolvência de todos os sectores da sociedade, nos quais se incluem as forças aéreas, incluindo a utilização dos meios, que poderias ser de grande eficácia (como aeronaves de grande porte)

Nosso país continua mal protegido contra grandes calamidades provocadas pelo fogo. Os Corpos de Bombeiros militares, instituições às quais, constitucionalmente, estão atribuídas as tarefas de Defesa Civil, não estão equipados adequadamente, não têm pessoal treinado e nem recursos orçamentários para enfrentar, por exemplo, um grande incêndio florestal. Nas grandes empresas de reflorestamento e de celulose, cuja matéria-prima provém de florestas cultivadas, os investimentos em proteção contra incêndios têm-se limitado à infra-estrutura destinada à detecção dessas ocorrências. Muito pouco, quase nada, tem sido aplicado em equipamentos e treino de pessoal para o combate eficaz aos incêndios florestais.

O melhor combate florestal

A estrutura oficial está no Ministério do Meio Ambiente, mais especificamente no que dispõe de um programa denominado, para cuidar dos incêndios florestais, na minha optica insuficiente, quanto a prevenção conforme mencionei em vários pontos atrás. Ao que sabemos, este programa teve geralmente uma atuação mais burocrática, de supervisão e repressão (aplicando multas) e pouca ação para a contenção e extinção dos incêndios florestais, dai que vemos sucessivamnte muitos crimes desta area prescreverem por falta de actuação.

href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjV2BeIoIxG93w8F5OYiCu5rzMry1vxy6lMyeG_EoouhgCRtXO8RF6dNTR9mejwPZt0IY-sjXOa7WM3FELI6aSpmvZ7A1eO_F2Ga1fA-msBp9UpqCRXQjWCSLYTpHQjEHi8YO1a3mN5eoll/s1600/0,,14531630,00.jpg">O fato é que o nosso instituto de combate a fogos, parece não dispor de pessoal e de meios necessários para que se converta no órgão central daquilo de que de fato precisamos: um efetivo sistema nacional voltado para a prevenção, previsão, detecção, alarme, controle e extinção de incêndios florestais, com usos evidentes também para outras ações de Defesa Civil. Em nosso país vemos que se pode até detectar ocorrências de incêndios florestais em tempo – aliás, parece que nisto temos avançado – mas, seguramente, com os meios de que dispomos, somente será possível controlar esses incêndios após grandes perdas de áreas plantadas.

Quanto aos grandes incêndios urbanos, o panorama não é melhor. Os equipamentos convencionais em muitos casos apenas debelam o fogo após graves perdas que poderiam ser evitadas ou minimizadas com uso de melhores meios aéreos para o seu combate. Em muitos países, justamente aqueles em que melhores são os resultados na proteção de florestas contra a ação do fogo, a aviação civil e militar, há muito vem sendo utilizada como ferramenta essencial no combate a incêndios.



Alguns países usam suas Forças Armadas ou organizações públicas para operar esse serviço. Em outros, de forma exclusiva ou complementar, atuam empresas aéreas especializadas. Algumas dessas empresas, percorrem o mundo oferecendo os seus serviços nas estações secas, mais favoráveis a incêndios, das diversas regiões. Mobilizam-se helicópteros e aviões especializados de vários tipos em verdadeiras "forças-tarefas" que permanecem de plantão 24 horas por dia atentas aos chamados das entidades de Defesa Civil, bem como aviões de Transporte devidamente adaptados e desactivados.

Várias aeronaves vêm sendo adaptadas para o uso contra-incêndio: desde os velhos Catalinas (anfíbios, muitos ainda em perfeita e confiável operação, sobretudo no Canadá) até os conhecidos C-130 Hércules (que a nossa Força Aérea - FAP - opera). Na Itália, um modelo de fabricação nacional, semelhante ao Búfalo que a FAP ainda opera, também é conversível para a missão contra-incêndio. Como avião especialmente projetado para o combate ao fogo há ainda o CL-415 (equipado com turboélices), fabricado pela Canadair/Bombardier Inc. (infelizmente, hoje, de certa forma persona non grata, dada a complicada disputa comercial que tem mantido com a nossa Embraer). Esse avião é o sucessor de um outro, o CL-215 (motores a pistão) da mesma Bombardier, ainda empregado. São muitos os aviões que podem ser convertidos para o uso contra-incêndio, aliás a tônica internacional é o uso de aeronaves de transporte ou militares adaptadas a esse emprego.

href="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhfjIY7e2b7SufBM-8OJLzvNAwv9DTtAwT1nhkNcCFFrG0C1Z6Poo0P1lUfsxowLKR6sMuAdrQ2PPZqZzCoaxAD37JuhomuF32JRGxrm2_dvEt4Zk8jsG91wmWmZkZzbRJhGK7SRlVcdxwI/s1600/beriev-200-3.jpg">

Por que não temos em nosso país projectos semelhantes de proteção contra incêndios florestais? Na área governamental há o já mencionado impasse constitucional: as Forças Armadas (em especial a FAP) não se motivam para essa missão porque não têm essa atribuição constitucional. Os Corpos de Bombeiros ou Polícias Militares, que a têm, não dispõem de estruturas e recursos que lhes permitam atuar nesses serviços. Na área privada, porque estamos em uma economia de mercado, os empreendimentos somente ocorrem quando o negócio realmente existe, ou seja, quando há retorno previsível aos investimentos, o que seria assegurado, nesse caso, pela criação de demanda regular para os serviços. A falta de ação da área governamental responsável pela proteção ao meio ambiente certamente explica a inexistência de investimentos nesse que pode vir a ser um nicho de mercado para a nossa aviação geral e, em particular, por força de regulamentação, para o seu segmento agrícola.

Na verdade ós dinheiros gastos nos sucessivos anos em plena epoca alta (dos quais nunca vi os valores, devem ser muitos superiores aos que se gastariam com a prevenção adequada, a utilização dos meios ideais e a organização da propria floresta.

Constituir um sistema nacional parece ser a chave do problema: ele poderia ser a “mola propulsora” dos empreendimentos, pois suas dotações orçamentárias – devidamente equacionadas pela legislação que o criasse – permitiriam a licitação de serviços aéreos especializados em combate a incêndios. Esse sistema contaria com aviões especializados, pessoal mais especializado (como os reduzidos corpos de bombeiros sapadores), e o devido esquema logístico (incluindo os insumos químicos que ajudam na contenção e na extinção dos incêndios florestais). Seria apto a intervir em qualquer local do território nacional nas emergências que ocorrem em épocas bem identificadas no calendário.

Devemos criar condições para que helicópteros e aviões especializados em combate a incêndios possam tornar-se disponíveis para emprego em tempo hábil nas grandes calamidades. Seja pela estruturação desses serviços por órgãos públicos, civis ou militares, seja pelo incentivo à iniciativa privada. A devida atenção ao problema, com ações, algumas delas sugeridas neste texto, perfeitamente exeqüíveis em prazos razoavelmente curtos, é questão que deveria ser enfrentada logo. É preciso que o nosso país se equipe devidamente para agir nas ocorrências de incêndios florestais (e também urbanos) de forma adequada e eficiente.

Sem Palavras


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

As Mulheres O ser mais fascinante ao cimo da terra!...






Tratam-nos mal, mas querem que as tratemos bem. Apaixonam-se por serial- killers e depois queixam-se que nem um postalinho lhe enviam. Escrevem que se desunham. Fingem acreditar nas nossas mentiras, desde que tenhamos graça a prega-las. Aceitam-nos e toleram-nos porque se acham superiores. São superiores. Não tem o gene da violência. Embora seja melhor não as provocarmos. Perdoam facilmente, mas nunca esquecem. Bebem cicuta ao pequeno-almoço e destilam mel ao jantar. Têm uma capacidade de entrega que até dói. São óptimas mães até que os filhos fazem 10 anos, depois perdem o norte. Pelam-se por jogos eróticos, mas com o sexo já depende. Têm dias. Tem noites. Conseguem ser tão calculistas como os piores homens, só que com mais nível. Inventaram o telemóvel ao volante. São corajosas quando se lhes mete uma coisa na cabeça, levam tudo á frente. Fazem-se de parvas e indiferentes porque o seguro morreu de velho e ou porque estão muito escaldadas. Fazem-se de inocentes e (milagre), por esse acto de vontade tornam-se mesmo inocentes. Nunca perdem a capacidade de se deslumbrarem. Riem quando estão tristes, choram quando estão felizes; não compreendem nada, compreendem tudo. Sabem que o corpo é passageiro e que o amor é um bom fio condutor. Não são de confiança, mas até a mais infiel das mulheres é mais leal que o mais fiel dos homens. São tramadas comem-nos as papas na cabeça, mas depois levam-nos a colher á boca. A única coisa em nós, que para elas é um mistério são as jantaradas como os nossos amigos. Na verdade e para sintetizar, elas quando jogam é para ganhar!...

Amizade


Para se segurar, use a cabeça;
Para segurar os outros, use o coração.

Ódio é apenas uma curta mensagem de perigo.
Grandes mentes discutem idéias;

Mentes medianas discutem eventos;
Mentes pequenas discutem pessoas...

António Barata

Elas as Mulheres o melhor e o pior!...



Ela - Estás mais magro.
Eu - Estou. Emagreci três quilos em quinze dias.
Ela - De propósito?
Eu - Mais ou menos. Substituí o carro pela bicicleta e os pastéis doces da tarde por peças de fruta. A verdade é que me sinto muito melhor.
Ela - Eu sabia... depois dos quarenta é sempre assim.
Eu - É sempre assim o quê?
Ela - Os homens começam a preocupar-se com a linha e as mulheres começam a engordar e a ficar feias. O meu ex-marido também parece rejuvenescido.
Eu - Que exagero...
Ela - Que exagero nada. Aposto que daqui a uns tempos até já estás a comprar hidratante para o corpo.
Eu - Daqui a uns tempos? Por acaso já comprei.
Ela - Já? Lá está... tenho razão.
Eu - Tu também podes ir para um ginásio, andar de bicicleta, comer fruta em vez de bolos e usar creme hidratante.
Ela - Não posso nada.
Eu - Não? Porquê?
Ela - Porque não tenho paciência. Essas coisas demoram muito tempo a fazer efeito e eu queria emagrecer já. Hoje, agora, neste momento.
Eu - Isso é falta de paciência.
Ela - É isso mesmo que eu te estou a dizer. Como é que tu queres que uma mulher de quarenta e dois anos tenha paciência?
Eu - Tem calma... não precisas gritar.
Ela - Não me digas para ter calma. Vocês não percebem nada. Ainda tenho duas filhas para criar, um emprego para manter...
Eu - Tem calma...
Ela - Os homens divorciam-se nesta idade, ficam com uma vida santa, saem com os amigos, mantêm-se em forma... e as mulheres que se lixem. As mulheres, que estão sempre ocupadas com tudo, só engordam.
Eu - Acho melhor abrirmos uma garrafa de vinho.
Ela - Também acho, também acho...



Eu - Vamos sair? bebemos uma cerveja hoje, mudamos de ares?
Ela - Estou triste. Não me apetece sair.
Eu - Então, o que é que se passa?
Ela - Sinto-me infeliz...
Eu - Então anda lá, talvez te faça bem beber um copo.
Ela - Não me apetece. Ainda me ponho a chorar, se bebo um copo...
Eu - Se calhar fazia-te bem...
Ela - Não faz bem nenhum. Apetece-me estar sozinha.
Eu - Pronto, tudo bem. Até à próxima.
Ela - Mas telefona-me daqui a dez minutos outra vez. Pode ser que entretanto mude de ideias.

Ela - Estive a pensar na minha vida.
Eu - Estiveste?
Ela - Sim, estou feliz no meu casamento mas nem sei se o mantenha ou se o termine.
Eu - Se estás feliz... não percebo a dúvida.
Ela - É que se calhar só estou feliz porque nunca experimentei outro.

Ela - As mulheres distinguem muito mais as palavras 'sexo' e 'amor'.
Eu - Distinguem?
Ela - Sim, acho que sim.
Eu - Talvez...
Ela - Acho que as mulheres dão muito mais importância à palavra 'amor' do que à palavra 'sexo'.
Eu - Ah!
Ela - No entanto hoje apetecia-me esquecer a palavra 'amor'

Estudo Sobre as Mulheres!... Será verdade?? Aceitam-se comentários...



1 aos 5 anos:
=========
Não têm a mínima ideia do que são.

5 aos 10 anos:
=========
Sabem que são diferentes dos meninos mas não entendem porquê.

10 aos 15 anos:
==========
Sabem exatamente porque são diferentes, e começam a tirar partido
isso.

15 aos 20 anos:
==========
Sabem o que querem ser, porém continuam a ser o que não querem ser, e
mesmo assim provocam distúrbios emocionais nos rapazes.
Nesta fase dividem-se em 4 grupos distintos:
G1: Tipo difícil (geralmente as bonitinhas);
G2: Topa tudo (as meigas);
G3: As Louras (as preferidas);
G4: As Inteligentes.

20 aos 25 anos:
==========
Esses são os anos dourados; sabem exatamente o que são, e tiram o
máximo de proveto disso. Tem uma meta definida e dificilmente o
seu alvo será poupado, nada vai atrapalhar a realização dos seus
desejos (casar é claro). Nesta fase mudam o perfil de amizades com relação a
suas amigas:
As que são bonitas:
Procuram ser muito amigas das mulheres que são piores do que ela.

As que são feias:
Procuram ser muito amigas de mulheres bonitas para ficarem com as
sobras.

As que são louras:
Tanto faz, afinal elas são minorias e são as preferida pelos homens.

As Inteligentes:
Andam com as loiras, para se destacarem intelectualmente.

25 aos 30 anos:
==========
Nesta fase formam 5 grupos distintos:
G1 : As que casaram por dinheiro;
G2 : As que casaram por amor;
G3 : As que não casaram;
G4 : As que simplesmente casaram;
G5 : As inteligentes.

Porém todas não se conseguem satisfazerem plenamente, pois as do:
G1 : descobrem que dinheiro não é tudo na vida, e sentem falta de uma paixão;
G2 : descobrem que a paixão não é tudo na vida, e sentem falta do dinheiro;
G3 : Não interessa o dinheiro e a paixão, sentem mesmo falta é de um homem;
G4 : Não entendem por que se casaram;
G5 : Descobrem que ser inteligente não é tudo na vida.

Não importa o grupo a que pertencem, a desilusão é evidente e então
começam a apresentar os primeiros sintomas de uma doença muito crónica
denominada: RDT (Reclamam De Tudo), na qual os homens acabam por ser as maiores
vitima dessa paranóia.

30 aos 35 anos:
=========
Sabem exatamente onde erraram, ficam sem saída, e num acto de
desespero pintam o cabelo de loiro e tentam ser mais burras que o
normal.
Vão para a aeróbica, tentam voltar a ser a menininha, porém o esforço não dá
resultado. Cai a auto-estima, o peito, o rabo, a barriga....Agrava-se
ainda mais o sintoma RDT(Reclamam De Tudo).

35 aos 40 anos:
==========
Pioram a sua situação. Entram na fase da comparação. Não entendem
porque é que as loiras burras tiveram tanto sucesso e elas não.
Novamente num acto de desespero cortam o cabelo curto, mantendo o
colorido loiro, porém não conseguem evoluir o seu nível de burrice.
Agrava ainda mais o sintoma RDT (Reclamam De Tudo), e começam a
culpar o parceiro pelas suas frustrações. Procuram ajuda espiritual.

40 aos 45 anos:
==========
Não suportam mais as loiras naturais, principalmente as que se deram
bem na vida. Tudo desmorona à sua volta. Agrava-se ainda mais o sintoma RDT
e agora estão convictas de que o seu parceiro foi realmente o culpado por
tudo o que de mau aconteceu com elas, desprezando totalmente os bons momentos
que tiveram na vida.
Abandonam a ajuda espiritual e procuram ajuda médica, com analistas
e cirurgiões plásticos.

45 aos 50 anos:
==========
Chega a nova fase da sua vida, parece que tudo vai ficar bem, graças
aos cirurgiões.
O rabo e a barriga voltaram ao normal, o peito ficou melhor do que
era e explode uma paixão pelo analista. Acha que ele é a única pessoa que
conheceu durante toda sua vida que a entende, e tem paciência quando conversa
com ela. Porém esquece que o analista conversa com ela somente 1 hora por
semana e cobra 7Cts, enquanto o seu parceiro atura as lamentações, o mínimo
40 horas por semana e ainda tem um gasto de aproximadamente 280Cts por
mês.

Após os 50 anos:
===========
Começam a ter comportamento diferentes e bem definidos porém
continuam com
o
RDT até o fim dos seus dias...
E para os homens "HAJA PACIÊNCIA para suportar tudo isso".

Dados Sobre a Pesquisa:
===========
As pesquisa foi realizada num grupo muito pequeno de mulheres, pois
afinal de contas são todas iguais.