"Não sou eu nem o outro, Sou qualquer coisa de intermédio, Pilar da ponte de tédio Que vai de mim, para além do local mais longínquo", onde me mantenho consciente do passado, deste apêndice virtual, quero relatar o presente com o futuro no horizonte"
Este espaço não é mais do aquilo, observo e doutra forma não poderia registrar! (...), assim sendo é algo de alternativo, um tentáculo...k qualquer um pode recriar.
Eric Grohe Miler começou a desenhar no chão das ruas, hoje recupera fachadas de edifícios, com arte naturalista fantástica. Vejamos alguns dos seus melhores desenhos no chão.