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domingo, 24 de julho de 2011

Iron Maiden - From Fear To Eternity



As vendas tem corrido bem para o ultimo longa duração da banda de metal Inglês, Iron Maiden. O mesmo não se poderá dizer do ex-vocalista Paul Di'Anno, recentemente detido por fraude. Voltando aos Maiden, aprás dizer que estão comemorando ainda o êxito do penúltimo CD, tão aclamado pela crítica “The Final Frontier”, recentemente galardoando um Grammy, para Melhor Performance de tema de metal, "El Diablo ". Aproveitando a embalagem desse êxito, perpetuaram-no através de um novo best-of, a compilação chamada From Fear to Eternity: The Best of 1990-2010.

Este trabalho inclui temas da década 70, está bem documentado e ilustrado, e inclui também temas dos anos 80 e 90. É discutível a falta de qualidade de temas como "Fear of the Dark" ou "Bring Your Daughter ... confrontam-se com os melhores clássicos de alto nível, como músicas emblemáticas como "Run to the Hills" ou "Aces High". Este trabalho compreende dois CD incluindo o primeiro temas míticos da banda. Podem-se ouvir ainda alguns temas já dos anos 2000.

"From Fear to Eternity é uma chance para esses novos fãs da banda para explorar a rica história do Iron Maiden, com os destaques de seus últimos álbuns de estúdio oito, copilados numa coleção acessível".

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EMI lança From Fear to Eternity: The Best of 1990-2010

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Riverside




Riverside na minha opinião è uma das melhores bandas de metal progressivo da actualidade, são provenientes da Polónia, e formaram-se em 2001. Poderão se deleitar com alguns dos seus temas, eu audição neste espaço. Este projecto impõe-se como uma forma de expressar ideias, sonhos e fantasias através da música. Resume-se numa ideia para expor emoções, para escapar de um cinzento deprimente que caracteriza a realidade. É uma música inspirada por um tempo, um lugar, um pensamento e uma palavra, uma ficção da sua própria criação e da imaginação das outras pessoas. É alegria e tristeza, um sussurro e um grito que se dá na natureza liberta.
A sua música caracteriza-se por uma notável combinação de metal, sinfónico, e psicadélico progressivo. Apresentam-se maioritariamente com temas e vocalizações subtis e atmosféricas, muito equilibradas sempre rica em sons secundários. Tem como base a guitarra melancólica e teclas em ambientes muitos diversificadas, o baixo faz-se notar em alguma entradas, a bateria está sempre presente, mas de uma forma delicada num tom jazzy. O piano e outras teclas acompanham toda a secção rítmica, desaguando por vezes todos em uníssono, num som repetitivo e brutalmente pesado, por esta altura a vós altera-se encostando a registros cavernosos de Death ou Domm metal, mas por breves momentos, regressando depois ao som atmosférico melódico, sereno e suave. As capas são prog. Art.

domingo, 5 de outubro de 2008

Pain of Salvation



Pain of Salvation, é uma Banda Sueca formada por o vocalista / guitarrista Daniel Gildenlow em 1984, apenas com 11 anos, desde então muito evoluíram tendo nos brindado com 8 álbuns de música soberba, sempre em busca do perfeccionismo. Esta é uma formação singular não existindo outra que se equipare em som, sendo este um deslumbre, tocam metal progressivo, e a sua musica começa por ser simples, desaguando muitas vezes em temas complexos, intensos, e inebriantes, onde há uma excelente fusão entre os quatros instrumentos. Por toda esta manifesta qualidade, este meu espaço é animado com alguma da sua musica de eleição.
Muitos dos seus temas são iniciados com música clássica, pianos e secção filarmónica de cordas, ou guitarra acústica. A parte eléctrica inicia-se com simplicidade, com acordes de uma só corda tocada sem grandes virtuosismos, mas muitos conceptuais, limitando-se a acompanhar a melodia. Uma das características da sua música são os espaços de silêncio, fazendo-se notar logo de seguida o baixo depois a guitarra acústica e bateria em bombo, retomando um de cada vez, noutras ocasiões podemos também ouvir somente a guitarra acústica. Quando é a rítmica são acordes curtos simples ritmados e belos, a parte de teclas complementa de forma que se confunde com o a rítmica e solo. Após estes soltam-se todos ao mesmo tempo num som desenfreado que evolui para um clímax de solos e ritmos simultâneos e frenéticos. Muitas entradas são acordes conjuntos de todos os instrumentos criando um som poderoso e pesado.
A vocalizações esganiçada e aguda, tem também momentos de clareza, actuando por vezes num coro dobrado e suave, ora em declamações, mas sempre num registro de voz equilibrado, por vezes suave e baixo. Temos por vezes a sensação de ouvir música medieval ou de Camara, tendo em conta a afinação da guitarra acústica e o clima criado pelas teclas. Os tempos usandos são fora do habitual, os compasso simples, com grandes alterações rítmicas dentro do mesmo tema.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Dream Theater



Os “DREAM THEATER ”, protagonizam na actualidade o máximo expoente do Rock progressivo, a banda americana oriunda de Nova York, notabilizou-se no subgénero musical metal progressivo este tipo derivado directamente do Power Metal, que continuamente foi perdendo a sua posição dominante ao longo do núcleo de circulação do heavy metal, foi muito bem aproveitado e desenvolvido pelos DT, nos inícios dos anos 90. Os elementos dominantes são a música clássico, ecletismo e melódico / sinfónico tornando-a na mais espectacular e multifacetada banda do momento. Congregando todas estas influências características e qualidades de tudo o que se fez de melhor até hoje. Rapidamente se transformaram na mais popular banda do género, permanecendo uma referência no estilo desde 1989. Com tal influência que cada nova banda de Metal Progressivo, que surge facilmente lhe são encontradas manifestas influências. A eles se devem novas subdivisões de metal como: intelligent Eclética / Mainstream Metal Progressivo, Modern Power Metal Progressivo (estilo americano), Modern Power Metal Progressivo (estilo europeu). A sua música tem influências de bandas como YES, PINK FLOYD, RUSH, METALLICA, IRON MAIDEN, DIXIE DREGS e QUEENSRYCHE, onde foram beber a cada um deles influências, originando um cocktail de soberba e harmoniosa musica .


A musica deste aclamado quinteto caracteriza-se (no meu ponto de vista), por ser excepcionalmente bem criada e estruturada, onde aplaudo em cada registro a excelência de toda a música do passado até aos dias de hoje, do conceito do rock clássico ao pesado, e do virtuoso, com variações inesperadas no tempo e no tom. Todas as obras são conceptuais onde tudo é simplesmente soberbo. Em termos musicais mais precisos, ao contrário de muitas bandas, que fazem apenas 3 estrofes e dois refrães por música, as suas músicas são multiclimáticas, be-melodicas ou mais, ricas em ambientes exóticos e distintos e de arranjos interessantíssimos, podendo cada tema demorar entre dez e quarenta minutos. São especialistas em tocar com tempo quebrado e misturar performances combinadas entre baixo e bateria, guitarra e teclado e suas inúmeras variações sendo por vezes o peso “ infernal”. Onde se alterna a secção rítmica de um baixo subtil ou desenfreado ora na poderosa e virtuosa bateria em que o coral gospel se soma aos músicos. No “solo” temos o peso, rapidez e virtuosismos da diabólica da guitarra e do órgão ou piano, onde não faltam bons momentos de obra, deixando uma óptima audição e um lastro de melodias viajantes, coladas nas nossas cabeças. Num mesmo álbum poderemos deambular e ouvir jazz, pop, rock, blues, rock psicadélico, Glam, punk, clássico, sinfónico, oriental, e idênticas e multifacetadas vocalizações que chegam em alguns casos próximo da ópera. Cada álbum materializa uma proposta da música progressiva: experimental, de transformação, e inovação. Cada trabalho possui sua própria face, aplicando-se em cada capa a “art. rock” exalando grande e genial criatividade nos temas e ilustrações como nos elaborados pack álbum. Os DT fazem uma música diversificada e eclética que já reservou seu lugar na história da música mundial, e levou o Prog Metal a níveis nunca alcançados deixando ensinamentos de como um grupo pode tocar rock para o agrado de todos. Resulta duma combinação de climas: a emoção, agressividade, nostalgia, enfim, todos os climas e sentimentos que possam ser imaginados em uma música. E a atitude dos seus músicos de não renegarem as suas influências. Dando como prova disso os inúmeros álbuns de couver que dedicaram aos seus ídolos.
Para que gosta de boa musica, principalmente para que toca algum instrumento, então deverá ter a colecção toda do Dream Theater, onde se constata o trabalho, dedicação, competência a paixão de um projecto.
Esta é a minha homenagem aos DT que muito mudaram na minha vida, proporcionando ainda excelentes momentos de prazer ao ouvi-los. Considero-me um fun original já que descobri esta banda por acaso em 1993, quando por acaso comprei um álbum do grupo, sendo Cativado pela capa, quando ainda eram uns ilustres desconhecidos em Portugal. Desde então tenho sido um exímio divulgador deste projecto ainda que por vezes infrutiferamente, já que as tendências musicais hoje em dia mudaram radicalmente.