sábado, 22 de maio de 2010

Geografia da mulher




Entre 18 e 22 anos, a mulher é como a África… meio misteriosa, meio selvagem, naturalmente linda e com vales férteis.



Entre 23 e 30 anos, a mulher é como a América… bem desenvolvida e aberta para negociações, especialmente para investidores com grande poder financeiro.



Entre 31 e 45 anos, a mulher é como a Índia… muito quente, relaxada e convencida da sua beleza.



Entre 46 e 55 anos, a mulher é como a França… gentilmente envelhecendo, mas continua sensual, começa a apreciar as coisas boas da vida.



Entre 56 e 60 anos, a mulher é como a Iugoslávia… perdeu a guerra, atormentada pelos erros do passado e precisando de um reconstrução urgente.



Entre 61 e 70 anos, a mulher é como a Rússia… fronteiras grandes e pouco seguras com um clima frígido que mantém as pessoas afastadas.



Entre 70 e 80 anos a mulher é como a Mongólia… um longo, glorioso e vitorioso passado, mas não tem muito futuro.



De 80 em diante, a mulher é como o Afeganistão… todos sabem onde é, mas ninguém quer ir lá.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

22 - Vanessa-Williams




"O sentimento que dura, é o não correspondido"


O que me dói é uma falta de pedaço de mim que sinto no coração
Que deixo para trás derramado e desprezado, ferindo a minha vida...
Foi algo que existiu e que se passou
Num sitio concreto onde ainda te encontras
E que não dá para ignorar, pelo menos para mim
Foram na verdade encontros na tua cidade
de passeio de convívio, confiança, entrega; especiais sim,
que ninguém tem com qualquer um, que não esquece,
porque sabemos quem somos.

Negas a pretexto de um principio...( muito integro sim!...)
Mas que podia ter sido debatido e resolvido com tempo
E que seria muito bom para nós, ou não ainda não sei bem
fica-me o teu doce calor mas também a frieza

Mas como podes tu com a tua grandeza dessabere tudo isto?
Desarmonizaste-te com os meus tentames
sei desconfio que por algumas coisas outras que não dizes
Sou agora alguém que desvaneceu por tal para ti
Mas pergunto na esperança que contestes
Como podes cortar alguns os poucos laços que existem para tal?
que em nada te comprometem...

Crede porém, que guardarei teu sorriso e teu olhar para sempre
nas muitas fotos que te tirei sempre que te tinha por perto
E ainda a lembrança do toque macio do teu corpo esbelto e intacto
de que destaco em especial os cabelos, os ombros atléticos e os teus olhos de mel
E sem esquecer o teu carinho e dos teus que tanto defendeste e enaltecestes ( por erro meu claro)!...
Mas desculpa-me lá qqc. e resigno-me com um até sempre se for o caso ou se assim o quiseres...
Mas se não !...
Espero bem que sim no fim de tudo!... Fico à mercê da tua escolha e vontade... e especialmente a verdade...ainda que seja mais dolorosa!...

António Barata

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Transparência Duvidosa


A certas pessoas porem, nada lhes convém, especilamente a transparência e eu sei porquê. Temem a invisibilidade. A invisbilidade magoa! Azar! Tem que se passar por ela para crescer; crescer doi. Mas se não doesse, não sabia a nada chegar ao fim!...

A consciência "amputada", é a maior "deficiência" dos pseudo-tudo.
Essa é uma boa definição da indefinição dos pseudos, redundantemente falando dos pleonasmos ou daquilo que, não sendo bem, é. :)
Isto será o mesmo que dizer :

" Tudo aquilo que percebo não é para que se perceba, aliás não percebo nada"

Ana Vasconcelos

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Liberdade


Agora sou livre...
Livre de voar...
Livre de perceber...
Livre de sonhar.
Dediquei-me e lutei...
Adaptei-me e mudei.
Hoje, olho para trás e sorrio
quando tanta vez chorei.
Hoje olho definitivamente para a frente
de cabeça erguida permanentemente
com uma lágrima de saudade
que no meu rosto escorre sem maldade...
Hoje roubei o sorriso ao mundo
e agora é só meu!
Hoje roubei a luz ao sol
e agora é só minha.
Hoje vou lutar por ganhar a saudade.
Vou lutar por ganhar a minha vida.
Vou lutar pela verdade
de toda esta sofridão escondida.
Vou lutar e aprender a voar.
Vou desprender-me das amarras e finalmente sonhar.
Vou, sozinho,
de mãos dadas com a vida caminhar
e de olhos postos na luz que me ilumina
sozinho... para me encontrar!
Agora sou livre...
sou livre de me imortalizar!

António Barata

domingo, 3 de janeiro de 2010