quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

FA-37 Talon - Stealth Jet Secret







O McDonnell Douglas (agora Boeing) F/A-37 "Talon" é um super Caça de 6º geração super cruzeiro stealth/ bombardeiro / interceptor com uma gama 4000nm, também conhecido por “ Garra”. Embora não confirmada a sua velocidade máxima, pensa-se ser superior a Mach 4. O projecto Talon antevê o futuro da aviação militar não tripulada, com base na inteligência artificial, programa desenhado para pilotar aviões e reduzir perdas humanas. As imagens top secret, foram tiradas a bordo do porta aviões Nimitz USS Abraham Lincoln ( CVN 72).

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Olha o Passarinho!...

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O F-35B Lightning II Lockheed Martin






O Lockheed Martin F-35B Lightning II é o primeiro caça a combinar características furtivas (stealth), STOVL (short takeoff/vertical landing) e velocidade supersônica.
O F-35 é um caça de de 5a. geração desenvolvido pelos EUA e mais oito países. Será produzido em 3 versões:
• F-35A CTOL para aeródromos convencionais;
• STOVL F-35B para navios e áreas de pouso próximas do campo de batalha;
• F-35C carrier variant (CV), para lançamento por catapulta e pouso com cabos de retenção, para os navios-aeródromos da US Navy.
O F-35B foi projetado para substituir os AV-8B Harrier II e os F/A-18 Hornet. Será a primeira versão a entrar em serviço, em 2012, com os Marines. O vôo do F-35A de decolagem e pouso convencionais ocorreu em dezembro de 2006. O F35C, projetado para lançamento em catapultas e recolhimento por cabos, fará seu vôo inaugural em 2009.
Segundo a Lockheed, o F-35 terá a “velocidade e manobrabilidade do F/A-18, a capacidade de desdobramento do AV-8B, a capacidade stealth do F-22, combinados com aviônica revolucionária”. “O avião é a combinação de tecnologias que parecem ficção científica, que se conseguiu tornar realidade”.
O coração do F-35B é seu propulsor STOVL, o mais poderoso já colocado num jato de combate. O F-35 Lightning II também vai substituir os A-10, F-16 da USAF e os Harriers da RAF e RN.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

F-22 Raptor - Lockheed Martin / Boeing






A Lockheed Martin / Boeing F-22 Raptor é um avião caça bireactor de quinta-geração,
que protagoniza a próxima geração de caças, atestando a sua elevada superioridade e performance. Foi concebido para penetrar em espaços aéreos, sem ser detectado, usando para o efeito tecnologia stealth, ganhando entretanto a iniciativa de combate a múltiplos alvos. Caracteriza-se pelo excelente desempenho aerodinâmico, que maximiza muito acima de qualquer outro a capacidade de sobrevivência e letalidade. O seu eficaz sistema de armas, permite o rápido trânsito para o sistema de battlespace.
Os Estados Unidos Força Aérea consideram que o F-22 não pode ser comparado com qualquer outro projecto conhecido, vislumbrando-se ser o avião de combate mais notável alguma vez construído.
Os seus motores são pioneiros ao proporcionarem a capacidade de voar mais rápido que a velocidade do som por um período prolongado de tempo, sem que o elevado consumo de combustível característico das aeronaves convencionais nas mesmas performances ao atingirem velocidades supersónicas. Oferece igualmente um alto desempenho e alta eficiência no consumo de combustível em velocidades mais lentas.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Viva a Portugal!...


A desfaçatez da "Standard & Poors"

A Standard & Poors, conhecida agência de classificação de riscos financeiros, acaba de conferir a Portugal uma nota menos positiva, aliás tal como a outros países, influenciando com tal atitude o custo dos empréstimos do nosso país.

Pode porém perguntar-se qual a autoridade - técnica e moral - que ainda tem uma agência que em fins de 2007, quando já se pressentia uma crise no sistema financeiro dos EUA, ainda dava classificações positivas ao banco cuja falência viria a desencadear o ruir de tal sistema - o Banco Lehman Brothers.

Esta agência tinha especiais responsabilidades na avaliação global do funcionamento do sistema financeiro, e não apenas olhando para cada árvore (bancos e outras instituições e empresas) em vez de procurar abarcar a compreensão da floresta.

Outras instituições, e a grande maioria da nata dos economistas, também terão idêntico ou superior grau de responsabilidade, de nada servindo assim a lucidez de Robert J.Shiller (e, talvez de modo não tão brilhante embora original, de Nouriel Roubini) ao denunciarem de modo fundamentado e com antecedência o que viria a ocorrer.

Esperemos ao menos que haja alguns rasgos de lucidez por parte dos novos responsáveis políticos dos EUA, onde nasceu a presente depressão, e dos restantes governantes mundiais, que permitam que uma recuperação antes dos muitos anos que infelizmente talvez esta crise dure.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009