quarta-feira, 8 de outubro de 2008

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Sem palavras


Crise financeira



Não dá para acreditar que os bancos portugueses, não estejam em grave recessão, tudo pode acontecer de um dia para o outro, entrarem em banca rota, e todos os clientes perderem os seus depósito. Uma coisa é certa a caixa Geral de Depósitos como banco associado ao estado, sendo este o seu maior accionista, estará sempre a salvo; por outro lado a banca Portuguesa resguardou-se bem durante anos, por ter poucas posses nunca se endividou o bastante ousubscreveu operações de risco. Ao contrario do que aconteceu com A Islândia que está à beira da Banca Rota. Não é absoluto que Portugal não esteja exposto a recessão económica, sendo legítimo ter algum receio. Mas também não motivo de pânico. Para colmatar esta incerteza o governo português e os parceiros europeus aumentaram o fundo de garantia dos depósitos bancários para 50.000, assim em caso de falência banca, os clientes tem sempre assegurado os seus montantes até esse valor. Esse fundo que está constituído é gerido pelo banco de Portugal, no caso do Inglaterra o fundo é de 70.000 euros e nos estados unidos é 100 mil.
È evidente que esta crise, tal como em 1987 há de passar, podendo demorar um ou dois anos, esperemos se aprenda com os erros cometidos, na verdade depois disto o mundo nunca mais será o mesmo.
Ninguém quis saber após o sub prime, em tomar medidas de resolução, continuaram os produtos financeiros a surgir, de extremo risco autênticas roletas, esses milhões foram canalizados para a especulação em vez de irem para investimento real. As novas condições legislativa acordadas pela união europeia, ainda não se sabe quando entrarão trazem alguma esperança para o futuro.
Um bom investimento hoje em dia, tem que passar sempre pelo risco que cada um quiser correr, porque produtos com rendimentos chorudos são uma falácia. A casa ainda é um bom investimento, em Portugal. Nos estados unidos, abusaram do sistema de financiamento imobiliário, já que pessoas com baixos recursos compravam casas caríssimas que depois deixavam valorizar fazendo novas hipotecas e pagando a primeira, não tendo podido pagar a segunda dai a falência de todo sistema, que se foi repetindo durante décadas.
O nosso ouro 700 toneladas após 25 Abril, são agora são 400 toneladas ou menos, será que vai levar outra razia? Outra questões subsistem …Porque é se continuamos a ser bombardeados com ofertas de créditos? porque não se faz nada a nível governamental (em termos legislativos), ou banco de Portugal, sabendo que estas medidas hipotecam a divida externa? Porquê os Offshore continuam a proliferar é ninguém sabe, dos verdadeiros negócios que se fazem e que muito prejudicam as bolsas e as economias, e funciona com um paraísos para os especuladores e CO (de algumas empresas, que faliram), mas que se salvaguardaram, com quantias milionárias? Chegamos ao cúmulo de falirem empresa e instituições centenárias, inflção das matérias-primas, inflação dos combustíveis e alguns responsáveis acautelaram essas descapitalizações dessas empresas, para contas particulares em offshore e outras zonas, e continuam intocáveis com se estivessem acima dos estados e das democracias!... Esta elite de especuladores que são 1% da população mundial continuam a dominar / manipular as notícias do mercado e estratégias escondendo a verdade aos outros 99%. A liberalização dos mercados está acima da democracia!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

domingo, 5 de outubro de 2008

Ferramentas do Descanço

Pain of Salvation



Pain of Salvation, é uma Banda Sueca formada por o vocalista / guitarrista Daniel Gildenlow em 1984, apenas com 11 anos, desde então muito evoluíram tendo nos brindado com 8 álbuns de música soberba, sempre em busca do perfeccionismo. Esta é uma formação singular não existindo outra que se equipare em som, sendo este um deslumbre, tocam metal progressivo, e a sua musica começa por ser simples, desaguando muitas vezes em temas complexos, intensos, e inebriantes, onde há uma excelente fusão entre os quatros instrumentos. Por toda esta manifesta qualidade, este meu espaço é animado com alguma da sua musica de eleição.
Muitos dos seus temas são iniciados com música clássica, pianos e secção filarmónica de cordas, ou guitarra acústica. A parte eléctrica inicia-se com simplicidade, com acordes de uma só corda tocada sem grandes virtuosismos, mas muitos conceptuais, limitando-se a acompanhar a melodia. Uma das características da sua música são os espaços de silêncio, fazendo-se notar logo de seguida o baixo depois a guitarra acústica e bateria em bombo, retomando um de cada vez, noutras ocasiões podemos também ouvir somente a guitarra acústica. Quando é a rítmica são acordes curtos simples ritmados e belos, a parte de teclas complementa de forma que se confunde com o a rítmica e solo. Após estes soltam-se todos ao mesmo tempo num som desenfreado que evolui para um clímax de solos e ritmos simultâneos e frenéticos. Muitas entradas são acordes conjuntos de todos os instrumentos criando um som poderoso e pesado.
A vocalizações esganiçada e aguda, tem também momentos de clareza, actuando por vezes num coro dobrado e suave, ora em declamações, mas sempre num registro de voz equilibrado, por vezes suave e baixo. Temos por vezes a sensação de ouvir música medieval ou de Camara, tendo em conta a afinação da guitarra acústica e o clima criado pelas teclas. Os tempos usandos são fora do habitual, os compasso simples, com grandes alterações rítmicas dentro do mesmo tema.

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